O câncer de mama é o segundo tipo de carcinoma mais freqüente no mundo e a maior causa de óbitos na população feminina no Brasil1. Segundo estimativa do Instituto Nacional do Câncer2, o número de casos novos desta neoplasia mamaria esperados para o Brasil em 2010 será de 49.240, com um risco estimado de 49 casos a cada 100 mil mulheres. Na Região Sudeste, esta afecção é a mais incidente entre as mulheres, com um risco estimado de 65 casos novos por 100 mil. Este tipo de câncer também é o mais frequente nas mulheres das regiões Sul (64/100.000), Centro-Oeste (38/100.000) e Nordeste (30/100.000). Na Região Norte é o segundo tumor mais incidente (17/100.000).
O carcinoma de mama é uma doença complexa e heterogênea, com vários fatores, entre eles, estão: a hereditariedade, paridade tardia, menopausa tardia, obesidade e menarca precoce. A evolução pode ser lenta ou rapidamente progressiva, dependendo do tempo de duplicação celular e outras características biológicas de progressão3.
A prevenção primária do câncer de mama torna-se possível apenas quando existe uma relação clara entre a doença e seus agentes causadores. No câncer de mama, os agentes causadores ainda são desconhecidos e, a única ação efetiva é a prevenção secundária em termos de diagnóstico em estágios iniciais da doença4.
REFERÊNCIAS
1. VELLOSO, F. B.; BARRA A. A.; DIAS R. C. Morbidade de membros superiores e qualidade de vida após a biópsia de linfonodo sentinela para o tratamento do câncer de mama. Rev. Bras. Cancerologia 2009; 55(1): 75-85.
2. INCA – Instituto Nacional do Câncer. Disponível em http://www.inca.gov.br/estimativa/2010. Acessado em 11/04/2010.
3. JAMMAL, M. P.; MACHADO, A. M.; RODRIGUES, L. R. Fisioterapia na reabilitação de mulheres operadas por câncer de mama. O Mundo da Saúde São Paulo 2008; 32(4):506-510.
4. BORGHESAN, D. H.; PELLOSO, S. M.; CARVALHO, M. D. Câncer de mama e fatores associados Cienc Cuid Saude 2008;7(Suplem. 1):62-68
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